A minha floresta dentro de casa

Inês Fontes disse...
"Hazel, voltei para te fazer um pedido, posta pra gente foto atualizada da sua floresta. De quantos exemplares ela é composta atualmente? Vou adorar vê-la."

A última contagem que fiz foi em Janeiro.

Desde então, vieram mais plantas que salvei do lixo, algumas morreram [por muito chocante que isto nos pareça a todos... às vezes também me morrem plantas!], e outras ofereci.

Ora, com tantas entradas e saídas, tenho actualmente...
........ 41 vasos! ahahahaha



Estão distribuídos pela casa.
Fotografei os principais grupos de verde.


<- Estas vivem no meu escritório.
Bem-dispostas e alegres, como se vê. :)

Falando em escritório, aqui está ele.
É nesta cadeira que me sento e falo convosco. O Aramis está a ler os vossos comentários. :))

Estou rodeada de plantas, é certo.
Gosto assim.


<- Outra parte do escritório.


Na sala.

Quase todas as plantas que tenho foram salvas do lixo. Só uma pequeníssima percentagem delas foram oferecidas ou compradas.

Uma violeta.

Ora adivinhem lá de onde veio esta violeta tímida e raquítica...

Em cheio. Do lixo, pois claro.

O vaso está encharcado, deve ter apanhado as chuvadas desta noite.

Está maltratada. Por isso, todos passavam por ela, mas ninguém a quis.

Vou cuidar dela, e há-de fazer-se uma bela planta, cheia de flores. Então, todos a vão elogiar. Alguns, desejá-la-ão secretamente.

Mas ninguém merece a beleza que ela tem a oferecer, senão aqueles que a viram bela mesmo antes de o ser. Tomati e embrulhati.

Aiiiiii, o que é que me deu hoje?
Olhem, acordei assim. A pensar na vida.

Nas plantas feias e moribundas olhadas com desprezo pelos que passam, que salvo do lixo.
Algum tempo depois, tornam-se lindas e verdejantes. Então, já todos as cobiçam.

No gato escanzelado e sujo que apanhei na rua, e agora fez-se bonito e exuberante. Todos admiram a sua beleza, muitos gostavam de um assim. Entretanto, os seus companheiros de rua continuam lá. À espera que alguém olhe para eles.

E em mim mesma, que no dia em que me sair o euromilhões, sou bem capaz de ter um monte de pessoas caídas de pára-quedas a relembrar-me o quanto sou generosa...
e querida... e fofinha... e bem-cheirosa... e mãos largas. Ah! Raça de gente!

Varrer em vez de aspirar

Hoje sai uma dica de poupança + ecologia.

Ora faça o seguinte:
Ligue o seu aspirador, e deixe-o a funcionar enquanto espreita o seu contador de electricidade... Não é impressionante a velocidade doida com que anda?

Então, a minha proposta é muito simples: sempre que possível, varra em vez de aspirar.

Torne a boa e velha vassoura a sua aliada nas limpezas domésticas e reduza ao mínimo indispensável o uso do aspirador.

Vai poupar muito na conta da electricidade e o planeta agradece.

O poderoso Vermelho


O vermelho, associado a Marte, representa o Elemento Fogo e é uma cor muito poderosa, com grandes capacidades mágicas.

Se precisar de sentir-se mais forte, determinado e/ou de reforçar a sua auto-confiança, vista a energia de Marte, usando uma peça de roupa vermelha. Esta cor está sempre associada à liderança.

Use-a também para estimular o poder dos seus amuletos e guardiões energéticos, sejam estes dragões, uma estátua do Arcanjo Miguel, ou até mesmo um saquinho de ervas mágicas consagradas a Marte; ate-lhes fitas vermelhas, para que fiquem sintonizados com o espírito protector do Cosmos.

Mesmo que não tenha amuletos, pode atar fitas vermelhas em tudo o que queira proteger: a si mesmo e aos seus filhos e companheiro/a (ate no pulso esquerdo, que é o lado receptor), o puxador da sua porta de casa, o manípulo "dos piscas" do seu carro, a cerca do jardim.

Contudo, se for uma pessoa nervosa e temperamental... afaste-se desta cor!
Use-a apenas em doses homeopáticas!

Hazel

Amigos, amigos... que bom é tê-los! :)

Tive uma ideia. E, para as favas com a modéstia, foi uma ideia mesmo boa. Carapau...!

Aqui em casa, há duas torneiras que precisam de ser substituídas.
Sei trocar as borrachas quando pingam, mas substituir torneiras, não.

Já estava a preparar-me para procurar um canalizador, o que ia dar uma boa despesa.

Foi aí que surgiu "A" ideia:
Encontrar um amigo que saiba instalar torneiras. Ora, é isso!

Amigo identificado.
Amigo contactado.
Amigo feliz!

Porquê "feliz"?, perguntam.

Porque não nos "pendurámos" no amigo.
Não era correcto. Oferecemo-nos, em troca,  para lhe prestar um serviço que ele precisava, mas não sabia/não gostava de fazer.
Fizemos uma troca de serviços.

Por exemplo:
Tu substituis-me as torneiras, e eu coso-te a tua roupa descosida.
Eu arrumo-te os armários da cozinha, e tu instalas-me o candeeiro.
Tu ajudas-me a pintar a sala, e eu ajudo-te a lavar as janelas.
Eu reparo-te as persianas, e tu instalas-me um exaustor na cozinha.
Tu pintas-me a cerca do jardim, e eu lavo, aspiro-te o carro, e ponho ar nos pneus.

É engraçado, funciona, e tem tantas vantagens; poupa-se muito dinheiro, convive-se com os amigos, aprendem-se coisas novas, e mantêm-se as reparações domésticas em ordem.