Faz figas quando vê um gato preto?


No tempo dos faraós do Egipto, os gatos eram adorados na figura da Deusa Bastet, que simbolizava a luz, o calor, a energia, a fertilidade. Os gatos, muito respeitados, eram também considerados os guardiões do outro mundo.

Na Grécia antiga, os atributos de Afrodite eram-lhes associados: a feminilidade, o prazer sexual, o amor...

Na Babilónia, dizia-se que os gatos tinham surgido de um espirro de um leão e por isso conservavam a sua realeza.

Na Escandinávia, a Deusa Freya fazia-se transportar numa carruagem puxada por dois belos gatos que representavam as suas qualidades.

No Japão, trazem sorte e prosperidade, sendo muitas vezes representados em amuletos.


No Paganismo, os gatos representam sabedoria, intuição e protecção.

E no Cristianismo?

Os (desgraçados dos) gatos, em particular os pretos, foram associados à figura do Demónio, à feitiçaria e às artes mágicas.

Diziam que as feiticeiras veneravam Satanás encarnado no seu gato. Que as bruxas se transformavam em gatos. Que traziam má sorte.
E ainda hoje as pessoas fazem figas para não terem azar quando vêem gatos pretos...

Bem, uma coisa é certa. Que o Aramis vira Satanás quando chega a hora do banho, vira! :)

Beijos de gato,

Hazel

Como manter as gavetas perfumadas

Guardar sabonetes perfumados nas gavetas.
Colocar saquinhos de tecido com alfazema.
Usar diferentes detergentes de lavar a roupa.

Tudo isso já testei, mas sem resultados extraordinários ou que durassem muito tempo.

Excepto a minha última experiência:

Embeber um pano em óleo essencial perfumado (pode ser de alfazema ou outro aroma da sua preferência) e passá-lo por todo o interior das gavetas. Usar o óleo puro, sem diluir em água.

Beijos perfumados,

O pombo em apuros

Todos os dias, voo na minha vassoura para ir buscar o L. à escola.

Hoje os meus sentidos mais subtis - deve ter sido o 6º ou 7º sentido - detectaram que um ser alado estava em aflição. E lá estava este pombo (não é tão lindo?) a correr pelo chão do recreio, atravessando os buracos da vedação da escola em direcção à estrada.

Não está ferido e tem as penas todas completas, mas por algum motivo, não consegue voar.
- O que terás tu, pombinho?

Vai ficar comigo até conseguir recuperar-se e depois devolvo-o ao seu habitat.
Já há tanto tempo que eu não recebia um hóspede do reino dos céus.
Dom Gato está algo nervoso, mas já foi avisado para se comportar. Hum!

Desejem-lhe as melhoras!



Como aumentar a velocidade da Internet com um truque à Pardal

Aqui em casa o PC está muito longe do router Wireless o que fazia com que, na hora de actualizar a Casa Claridade, a experiência ficasse muito penosa.

A partir de hoje o problema está resolvido com esta minha engenhoca à professor Pardal. Neste caso, reciclei as caixas de tabaco do meu amigo Marcelo, que simpaticamente as cedeu (está na hora de deixares de fumar!). O princípio é o mesmo de uma antena parabólica e funcionaria com outros materiais, como uma lata de batatas fritas, ou até um passador. Vai precisar, também, de uma extensão USB.

O que interessa é criar uma superfície côncava que possa direccionar as ondas do dongle Wi-fi para onde quisermos.

O que fiz foi abrir a embalagem - que tem um revestimento interior metalizado - e cobrir as duas metades com papel-alumínio.

Sobrepostas e coladas uma à outra, estão prontas para furar com uma pequena faca.

De seguida é só encaixar a extensão USB, de um lado, e, do outro, o Dongle Wi-fi.

Esta pequena engenhoca valeu-nos um aumento de sinal da rede interna aqui de casa e, consequentemente, da Internet, que passou de 6,4Mbps para 27 Mbps.

Professor Pardal, rói-te de inveja!

Feitiço do caldeirão

O caldeirão representa o útero da Deusa, onde germina a vida e a magia acontece.
Desde tempos ancestrais é usado para cozinhar alimentos para o corpo e para o espírito.
É, talvez, o utensílio mágico preferido das bruxas...
Hoje trago à luz um dos feitiços (que preciso de fazer para mim!) de prosperidade que criei e registei há muito tempo no meu livro das sombras.

Feitiço do Caldeirão para Prosperidade
Para ser feito num Domingo de Lua Crescente

Vai precisar de:
- Caldeirão (se não tiver, pode usar uma panela comum)
- Colher de pau
- Pó de Prosperidade
- Duas velas verdes ou douradas
- Cristal citrino (limpo e energizado)
- Uma folha de papel e caneta
- Um punhado de arroz

Comece por fazer um altar a Leste. Não precisa de nada muito sofisticado. Uma mesa pequena, um toco de madeira ou até mesmo um cantinho na sua bancada da cozinha servem perfeitamente.

Coloque no centro o caldeirão e acenda uma vela de cada lado. Prepare agora o caldeirão para receber a sua "poção". Coloque lá dentro o citrino e o arroz.

Na folha de papel, escreva detalhadamente o seu pedido, construindo as frases no tempo presente. Seja realista no que pede (ganhar a lotaria seria, talvez, um pedido algo megalómano!). Termine escrevendo a frase: "Para o bem supremo de todos os envolvidos."

Dobre o papel em quatro e coloque dentro do caldeirão. Deite um pouco de Pó Mágico de Prosperidade. Visualize com alegria e entusiasmo o seu objectivo conquistado, enquanto mexe devagar com a colher de pau no sentido horário e entoa o mantra do Sol:

"AOM TAT SAT TAM PAM PAE"

Assim como os melhores cozinhados são aqueles feitos lentamente em lume brando, também o seu feitiço deve ser "cozinhado" por si com paciência e determinação.

Quando sentir que a energia está lançada ao Universo, agradeça, apague as velas com os dedos humedecidos em saliva (ou com um apagador de velas) e, sempre que possível - preferencialmente, todos os dias - reacenda as velas e volte a mexer o seu "cozinhado" mais um pouco, até que o seu objectivo se materialize.

Mantenha sempre os pensamentos focados no seu intento durante todo o processo.
Faça-o secretamente!

[Deixo esta advertência: toda a energia que lançamos ao Universo tem um efeito de boomerang. Não caia na tentação de usar a magia para prejudicar alguém, pois não há como livrar-se das consequências para si!]