23/10/2008

O que a Natureza me deu

Há uns 7 meses atrás, apanhei uma Estrela-do-Natal - ou aquilo que dela restava - no lixo, e fiz um post sobre isso.

Planeei então, voltar a publicar, pelo Natal, uma foto de como estaria a planta, visto depositar toda a fé na sua recuperação.

É verdade que ainda não estamos no Natal, contudo já se sente um certo cheirinho natalício no ar... e eu quero mesmo partilhar isto convosco já.

Ora, então, esta foi a foto da Estrela-do-Natal que publiquei em Março, em que aparecia aquela minúscula folhinha verde na parte de baixo do tronco, que já nasceu cá em casa. Como vêm, não havia grande coisa para mostrar:


Agora... vejam e comprovem o resultado de 7 meses de carinho e atenção:


Sim! É a mesma planta! É, ou não, uma loucura total?!

E reparem num detalhe mágico: apareceram, de repente, muitos trevos, que não param de nascer.

A planta está tão grande e bebe tanta água, que necessitava de passá-la para um vaso maior.

Mas tenho lá coragem de arruinar esta família de trevos que mora justamente no buraquinho do vaso?


Esta Estrela-do-Natal (e os trevos) é muito especial para mim. De todas as plantas que tenho, é a minha preferida. Trouxe-me muita sorte.
Todos os dias, quando a rego, ela recorda-me que não importa que mais ninguém acredite; eu continuo sempre a acreditar.

Ela é a prova viva de que nunca devemos desistir. E devemos sempre investir a nossa fé, até no mais pequeno e aparentemente insignificante ser vivo, pois a Natureza sempre retribui.

E como o fez...
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