Estava ferido e muito fraco quando o encontrei. Procurei um veterinário, que receitou antibiótico e anti-inflamatório, mas não deu garantias de que conseguisse sobreviver.
Passei mais de uma semana a administrar-lhe os medicamentos com uma seringa, pelo bico. Dormiu ao lado da minha cama. Abria-lhe o bico para o alimentar e dar-lhe água várias vezes por dia. Limpei-lhe a ferida regularmente com Betadine diluído.
Coloquei cristais curativos no ninho improvisado. Falei com ele. Dei-lhe beijinhos. E todos os cuidados que pude. E... consegui!
Cá está ele, vivinho da silva, e manda cumprimentos.
Nunca o prendi nem coloquei em gaiolas.
Tem estado sempre livre e solto, como devem os pássaros estar.
Construí-lhe este poleiro com troncos que apanhei na praia, para estar perto da janela.
Passa o dia todo no seu tronco, de onde nos observa muito atentamente. Olha-nos mesmo nos olhos, como se nos entendesse. Já come sozinho, é dá pequenos vôos.
Habituou-se de tal forma ao contacto humano, que acha que as pessoas são todas o máximo (mal sonha ele com as sopas de pombo que por aí se fazem...).
Bem, este amigo está seguro aqui. Se um dia voltar a conseguir dominar o azul do céu, é para lá que regressará. Até lá, tem sido um excelente hóspede.
Peço desculpa, se a imagem chocar alguém.
Foto do ferimento, tirada quando o encontrei.
Neste momento, já desapareceu tudo.
Está totalmente curado.
Passei mais de uma semana a administrar-lhe os medicamentos com uma seringa, pelo bico. Dormiu ao lado da minha cama. Abria-lhe o bico para o alimentar e dar-lhe água várias vezes por dia. Limpei-lhe a ferida regularmente com Betadine diluído.
Coloquei cristais curativos no ninho improvisado. Falei com ele. Dei-lhe beijinhos. E todos os cuidados que pude. E... consegui!
Cá está ele, vivinho da silva, e manda cumprimentos.
Nunca o prendi nem coloquei em gaiolas.
Tem estado sempre livre e solto, como devem os pássaros estar.
Construí-lhe este poleiro com troncos que apanhei na praia, para estar perto da janela.
Passa o dia todo no seu tronco, de onde nos observa muito atentamente. Olha-nos mesmo nos olhos, como se nos entendesse. Já come sozinho, é dá pequenos vôos.
Habituou-se de tal forma ao contacto humano, que acha que as pessoas são todas o máximo (mal sonha ele com as sopas de pombo que por aí se fazem...).
Bem, este amigo está seguro aqui. Se um dia voltar a conseguir dominar o azul do céu, é para lá que regressará. Até lá, tem sido um excelente hóspede.
Peço desculpa, se a imagem chocar alguém.Foto do ferimento, tirada quando o encontrei.
Neste momento, já desapareceu tudo.
Está totalmente curado.
