Fui tomada de assalto por uma descomunal diarreia de origem nervosa, que me levou a passar boa ("boa", que é como quem diz má) parte do dia sentada no trono real.
Para verem o poder da mente; estando o cérebro bem no topo do nosso corpo, é capaz de dar ordens expressas ao intestino, lá nas profundezas, para se contorcer e trabalhar que nem um doido! E ele obedece. O sacana.
Neste momento em que vos escrevo, todos os meus chiliques e achaques evaporaram-se.
Não estou mais nervosa, ansiosa nem acagaçada. A diarreia foi-se. Tenho o intestino grosso mais aliviado (e limpo, pois) do mundo, disso estou certa. Sou uma mulher renovada.
Dá-me isto uma vez por ano. E porquê?
Apesar de ser uma mulher independente, decidida, depilada e bem-informada, tenho um medo, um horror, um pavor inexplicável das consultas de...
Bem, voltemos à história; onde é que eu ia? Ah! No trono real.
Ora, passei, quase praticamente, do trono para a marquesa da Dra. Pipis, e sem antes tomar o meu cálice de vinho do Porto para ajudar a relaxar. Esqueci-me, caramba!
Rezei para que, de tão nervosa que estava, não me desse também um ataque de gases, para grande humilhação minha e riscos de intoxicação da Dra. Pipis. Mas o meu corpo teve clemência da minha cabeça desvairada e, de qualquer das formas, o intestino já tinha dado o seu dia como terminado.
Foi isso. Fui fazer a revisão anual à minha lóló. Ela já não via os óculos pendurados na ponta do nariz da Dra. Pipis a espreitar lá para dentro há um ano (sendo que a minha lóló não liga ao Calendário Gregoriano, e cada ano dela são uns 18 meses dos nossos).
O importante é que está tudo bem. Ufffffffffff.....
E afinal não doeu TANTO como eu esperava (e receava).
Fiz uma tempestade num copo de água, dirão alguns?
Sim, fiz.
E para o ano que vem, faço outra - estamos combinados!
Para verem o poder da mente; estando o cérebro bem no topo do nosso corpo, é capaz de dar ordens expressas ao intestino, lá nas profundezas, para se contorcer e trabalhar que nem um doido! E ele obedece. O sacana.
Neste momento em que vos escrevo, todos os meus chiliques e achaques evaporaram-se.
Não estou mais nervosa, ansiosa nem acagaçada. A diarreia foi-se. Tenho o intestino grosso mais aliviado (e limpo, pois) do mundo, disso estou certa. Sou uma mulher renovada.
Dá-me isto uma vez por ano. E porquê?
Apesar de ser uma mulher independente, decidida, depilada e bem-informada, tenho um medo, um horror, um pavor inexplicável das consultas de...Bem, voltemos à história; onde é que eu ia? Ah! No trono real.
Ora, passei, quase praticamente, do trono para a marquesa da Dra. Pipis, e sem antes tomar o meu cálice de vinho do Porto para ajudar a relaxar. Esqueci-me, caramba!
Rezei para que, de tão nervosa que estava, não me desse também um ataque de gases, para grande humilhação minha e riscos de intoxicação da Dra. Pipis. Mas o meu corpo teve clemência da minha cabeça desvairada e, de qualquer das formas, o intestino já tinha dado o seu dia como terminado.
Foi isso. Fui fazer a revisão anual à minha lóló. Ela já não via os óculos pendurados na ponta do nariz da Dra. Pipis a espreitar lá para dentro há um ano (sendo que a minha lóló não liga ao Calendário Gregoriano, e cada ano dela são uns 18 meses dos nossos).
O importante é que está tudo bem. Ufffffffffff.....
E afinal não doeu TANTO como eu esperava (e receava).
Fiz uma tempestade num copo de água, dirão alguns?
Sim, fiz.
E para o ano que vem, faço outra - estamos combinados!