Que riqueza de vasinho que me cabe na mão, com a planta verde e espevitada a saudar os que passam...!E até já tem umas ervitas não-identificadas que nasceram espontaneamente para lhe fazerem companhia.
Esta planta é tudo o que resta daquela dracaena grande que eu tinha salvo (post aqui).
Tanto as pontas que cortei como o tronco principal não sobreviveram, restando apenas este rebento que tinha nascido na base, junto à raiz.

Para recordar:
Cá está ela. Foto tirada quando a trouxe para casa.
Foi o grito deste bebé que eu ouvi...