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O meu Amor pelas plantas

[Se não tomo cuidado... esta casa qualquer dia transforma-se numa selva, e eu em Jane, pendurada em lianas. Bem, estou disposta a correr o risco.]

Lembro-me que, há um tempo atrás, agarrava num garrafão de 5 litros e ia à Serra de Sintra enchê-lo de água na fonte do Sol. Dava para regar as minhas plantas todas por duas vezes.

Actualmente, 1 garrafão de água não chega nem para metade delas. E tenho de usar água da torneira para terminar a rega.

Mas como pode não chegar? Foi quando me lembrei de contar quantos vasos tenho. Só por curiosidade.

Um... dois... três... quatro... cinco (...) quarenta!
40 vasos. QUARENTA. Dentro de um apartamento.

Um tsunami de clorofila!

Mas que hei-de eu fazer? Adoro plantas. Apanho todas as que vejo no lixo, recupero-as e depois tornam-se minhas fiéis amigas. Elas ouvem-me. Elas protegem-me. Elas alegram-me.

Fazem tanto por mim que, sim, é verdade, prefiro ir buscar água da serra para regá-las, que lhes é bem mais saborosa e nutritiva, do que usar a da torneira.

E nunca são demais. Embora concorde que talvez já sejam muitas.
Vou marcar no calendário, e daqui a 1 ano faço nova contagem, para ver quantas plantas estarão então a viver connosco. Só por curiosidade.

Talvez venha a ter de fazer esse post pendurada numa liana.
Cronista, Viajante no Tempo, Terapeuta, Taróloga, Tradutora, Professora.