Avançar para o conteúdo principal

Dia 264

Numa cama macia, cor de rosas murchas, dorme há 2 séculos e meio uma donzela pálida.
Está tapada por um cobertor de pó, assim como tudo à sua volta.

As vidraças da janela do quarto estão meio quebradas pelas trepadeiras que crescem por curiosidade, só para a espreitarem.

Diz o cipreste que se fartou das crueldades do mundo e fechou-se em casa para sempre...
Eu acho que o cipreste mente e a verdade é que ela tem sono pesado e muito mau acordar.

Cronista, Viajante no Tempo, Terapeuta, Taróloga, Tradutora, Professora.