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Dia 277

Às vezes, gostava de ser um passarinho
Quando quisesse, ficava sozinho
Sem ter que dar explicações
Das minhas opções e decisões.

Voava bem alto, furava as nuvens cinzentas
E aquecia as asas nas tardes solarentas.

Não sei fazer poemas com a métrica certa
Mas é divertido na mesma, se tivermos a mente aberta

Se fosse pássaro, seria maroto e travesso
Àqueles que me lançassem palavras feias de arremesso
Gostava de poder dizer sem que mal vos pareça
Que lhes c***** em cima da cabeça.

Ai, que disse um palavrão no meu blog, quem diria
Perdoar-me-ão tal ousadia?
Pronto. Voltei atrás e coloquei asteriscos
Que é melhor não correr riscos.

Cronista, Viajante no Tempo, Terapeuta, Taróloga, Tradutora, Professora.