14/09/2014

Meditar em que posição?

A postura para meditar é um dos principais obstáculos que leva as pessoas a desistirem da meditação.

Se alguma vez se sentou para meditar, poucos minutos depois, começou a ficar com dores nas pernas/costas, e desistiu com um sentimento de frustração, achando que a meditação "não é para si"...

... então, é mesmo para si que estou a escrever.

Meditação vem do latim "meditatio", que significa virarmo-nos para dentro de nós mesmos.

Para meditarmos, temos de estar confortáveis e com a coluna direita. Isto significa estarmos sentados durante um médio ou longo período de tempo sem que nenhuma parte do nosso corpo doa. Todas as almofadas que precisarmos para isso são bem-vindas!

Não recomendo que medite deitado, a menos que se trate de uma meditação guiada, ou o mais provável é que acabe por adormecer. Queremos meditar, e não dormir, mantendo-nos lúcidos e despertos, mesmo de olhos fechados ou semicerrados.

A prática da meditação é uma prática de auto-conhecimento e, consequentemente, de evolução pessoal. Não há implicação de qualquer tipo de crenças religiosas.

Para meditarmos, precisamos de ter humildade e consciência. E isso começa logo na noção dos nossos limites. Para quê forçar o nosso corpo a estar 1 hora com as pernas na posição de lótus, sujeitando-nos a dores lacinantes nos joelhos e na coluna?

Não precisamos de - nem devemos - tentar impressionar ninguém com a nossa flexibilidade (ou falta dela!). A flexibilidade surge primeiro na mente. Onde está a verdadeira flexibilidade quando decidimos forçar as nossas pernas a dobrarem-se numa posição dolorosa?

A meditação é interna, íntima, silenciosa. É o encontro connosco, então, não temos de obedecer a nenhuma "moda" ou imposição. Se conseguir sentar-se em posição de lótus sem qualquer dor, faça-o. Mas se não for esse o seu caso, faça o que é possível para si.
Aceitando-se como é, sem se forçar a si mesmo a ser algo que não é.
A pressa e a ambição causam danos na alma, no ego... e nas articulações!

As mais profundas e bem-sucedidas meditações que fiz foram sentada numa cadeira confortável. À maneira ocidental que, guess what, é o que eu sou.

Olhe agora para esta foto com as posturas de meditação, não de cima para baixo, mas de baixo para cima.

Porque, na meditação, assim como na vida, é uma ilusão acharmos que vamos logo conseguir subir para o topo da escadaria sem ter de passar por todos os degraus.

Experimente as posições que aparecem na linha de baixo. E avance para a linha do meio apenas e quando se sentir confortável. Se isso nunca acontecer, não faz mal. Também está certo assim.

Somos como somos. Não temos de ser como mais ninguém, a não ser nós mesmos.

Lembre-se: humildade e consciência. Sem isso, não há meditação possível.

Confortavelmente sentada,

03/09/2014

Receita - Licor de Merda

"O LICOR DE MERDA" é um produto de alta qualidade, cuja fórmula pertenceu no final do século XX ao Frade maluquinho BASKU GONSALBES. É extraído a partir de diversas merdas de confiança, sujeito portanto a criar depósito com a idade. Recomenda-se que seja servido com o cuidado indispensável para não turvar."

É isto que diz o rótulo na parte de trás da garrafa do emblemático Licor de Merda.

Eu cresci intrigada com o Licor de Merda, que existe desde 1974, e recebeu tão inesperado nome por brincadeira do criador da receita, para que as pessoas pudessem "brindar devidamente" ao governo da época.

Afinal, que "merdas de confiança" seriam essas que entravam na composição de um licor tão apreciado, e que só consegui degustar depois de ultrapassar a repulsa pelo nome merdoso?

Esta vossa escriba, que se interessa pelos assuntos mais diversos, vestiu um fato com máscara de protecção anti-merdas, capacete, galochas e luvas de borracha, e foi investigar.

Não foi uma investigação de merda, devo dizer. Au contraire, concluí que as tais merdas são até benéficas para a saúde, desde que bebidas com moderação, como outra merda qualquer. Para os mais ousados, das catacumbas do tempo esquecido, a receita do Licor de Merda:

- 1 litro de leite
- 500 gr. de açúcar
- 150 gr. de cacau em grão
- 1 vagem de baunilha aberta ao meio
- 1 pau de canela
- 2 rodelas de laranja
- 2 rodelas de limão
- 1 litro de aguardente

Colocar todos os ingredientes num recipiente que permita vedar bem. Mexer e tapar. 
Manter o recipiente fechado durante 20 dias, mexendo diariamente com uma colher de pau. 

Findos os 20 dias, filtrar 2 vezes através de papel de filtro para café, colocado num coador. 
Com 2 papéis de filtro diferentes, haja higiene a fazer o Licor de Merda!
Verta para garrafas, coloque um rótulo a dizer "Licor de Merda", para afugentar os que têm nojo do nome, e sirva!

Agora, escolha uma das seguintes opções:

1) Oh, Hazel, mas é mesmo a sério? Vai ficar bom?
2) Recuso-me a fazer ou a beber algo com o nome "merda".
3) Mal posso esperar por beber essa merda!
4) Que merda! Nunca mais volto aqui!
5) Vou fazer Licor de Merda e enviar uma garrafinha à Hazel.

Beijos licorosos,

01/09/2014

As lições da Roda da Fortuna :: olhar para o próprio umbigo


A carta de Tarot "Roda da Fortuna" ensina-nos que a vida é como um moinho de água.
Para que haja movimento, ou seja, para que a vida ande para a frente, é preciso que haja momentos em que temos de desapegar-nos, de deixar ir, esvaziar. Sem oferecer resistência.

E no vazio que surgiu, criou-se espaço para viver novas experiências e aprendizagens, para a nossa evolução - se aceitarmos aprender as lições que o girar da roda nos trouxe.
Caso contrário, se nos recusamos a aprender e focamo-nos no que já não conseguimos manter, apenas sentimos sofrimento, perda e medo.

Lutar contra o movimento da roda, impedi-la de girar, seria o mesmo que impedir a vida de prosseguir. Seria morrer, continuando vivo. Que doloroso.

A grande lição da roda é que o Equilíbrio sempre existe. Sempre que está cheia de água de um lado, está vazia do outro. E vice-versa. Não vou dizer para olhar só para o lado que está cheio quando o outro esvazia. Isso tornar-nos-ia dependentes dos outros para estarmos bem. O conceito de "copo meio-cheio, copo meio-vazio" é uma falácia.

Então, para onde olhamos? Como lidar com a perda? Ou com o medo da perda, quando estamos bem lá no alto da roda, transbordantes de água fresca a reluzir ao Sol?

Sabendo que não somos aquilo que temos à nossa volta. É tudo uma ilusão. Não somos o nosso emprego, as relações, os objectos, os cursos, as emoções, as preocupações...
Nós - a nossa essência - somos o eixo da roda. Aquilo que está no centro.
É para lá que devemos olhar, com consciência. Às vezes, olho para o meu próprio umbigo, para me recordar disso. Eu sou o eixo. O que está dentro, e não o que está fora. 
E a paz restabelece-se.

Isto quer dizer que, afinal, nada importa? O nosso emprego, relações, objectos, cursos, emoções...? Claro que importa. Tudo deve ser vivido intensamente. Não há tempo a perder com relações fúteis, conversas negativas, sentimentos menores, tentar corresponder às expectativas dos outros... Porque o tempo é limitado e, antes que a roda dê uma nova volta, temos de aproveitar, e devorar a vida... sem nos perdermos do eixo.

Isto aplica-se a todos, sem excepção. Quer acreditem ou não no Tarot. :)

No vídeo, um moinho de água para observar... e meditar.



No centro da roda,



29/08/2014

Limpezas de Verão - Se não me faz feliz, não me faz falta

A casa é um ser vivo que respira através das janelas abertas. As cortinas corridas ondulam com o vento, lambendo as paredes numa cadência pachorrenta, como se falassem.
São os últimos dias do Verão a fazerem-se anunciar, relembrando que o Outono se aproxima ao longe, devagar, mas em passo seguro.

É agora o momento de iniciar as Limpezas de Verão. Fazer uma revisão profunda em todas as áreas da vida. Separar o trigo do joio, o que é para manter, o que é para alterar, o que é para eliminar. Fazer o "RESET".

No trabalho, na internet, no computador, na casa, nas gavetas e armários, nos relacionamentos, nas emoções, nas memórias, na saúde, nos hábitos, na vida toda.

Sintonizada com a Natureza, que se renova ciclicamente, também eu me preparo para mais uma renovação.

Quem quiser acompanhar este processo, mas não sabe por onde começar, ou tem tendência para se dispersar, eis o meu plano de limpezas de Verão. Temos até ao Equinócio de Outono (23 de Setembro)!

- Devolver o que não me pertence. Objectos que me emprestaram, ou que alguém se esqueceu em minha casa e ficou à espera que nos encontrássemos de novo para devolver. Se não é meu, é energia alheia que ficou parada em minha casa.

- Roupa, malas e sapatos que não usei nos últimos 2 anos. Se não usei, é porque não me faz falta, e só está a ocupar espaço e a impedir a circulação de energia.

- Loiças que não utilizo, livros que não me interessam, CDs que nunca oiço, maquilhagem que não uso, objectos estragados ou avariados. Tudo fora!

- Tapetes, lençóis, panos da loiça, toalhas de mesa, cobertores, mantas, tudo o que está em quantidade excessiva e apenas impede as gavetas de deslizarem sem esforço.

- Móveis sem utilidade prática, aparelhos que nunca são usados, telemóveis e carregadores velhos.

- Papelada, facturas antigas já pagas, agendas e jornais velhos, apontamentos que já estão ultrapassados e não fazem falta.

- Ficheiros no computador, programas instalados inúteis, publicações, fotos e "amigos" no facebook que apenas publicam conteúdo violento/negativo.

- Actividades que requerem tempo e energia e onde não sinto que haja uma justa compensação.

- Relacionamentos insatisfatórios.

- Alimentos fora de prazo na despensa e no frigorífico.

- Medicamentos fora de prazo, frascos vazios de produtos de higiene.

- Tralha inútil no porta-bagagens e dentro do carro.

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Absolutamente tudo será passado a pente fino pelos seguintes critérios:

1. Usei nos últimos 2 anos?
2. Faz-me mesmo falta?
3. Causa-me sentimentos negativos?

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É possível que eu venha a acrescentar mais itens a esta lista.

E qual será o destino das minhas tralhas inúteis?
Algumas serão vendidas, outras dadas.

A varrer,

17/08/2014

Encontrar o Silêncio

Há demasiado barulho no mundo.
Demasiados objectos, demasiadas emoções, demasiados odores, sabores, texturas. Demasiado tudo.

Escrevi demasiadas vezes a palavra "demasiado", mas nada descreve tão bem o que é demasiado quanto a palavra "demasiado". Desculpem a repetição.

Poderia gritar, mandar o mundo calar-se. 
Mas só iria aumentar o barulho. E quando gritamos com o mundo, o mundo grita-nos de volta. Com a força de um Titã. 

O barulho empurra-nos, agarra-nos, distrai-nos. Pode até esmagar-nos. Esquecemo-nos de quem somos, do que estamos a fazer, de para onde planeámos ir em primeiro lugar.

Não. Não é o mundo que tem de se calar e fazer Silêncio. Sou eu. Sento-me de olhos fechados a observar a minha própria respiração, a velocidade com que o ar entra e sai pelas narinas, saboreando cada partícula de oxigénio. Observo cada músculo do meu corpo a partir de dentro. Eis a serenidade que se faz anunciar sem pressas, sempre na hora certa.

O silêncio é uma esfera de luz dourada que irradiamos a partir do nosso centro e nos envolve, tornando-nos imperturbáveis mesmo rodeados por uma multidão de vozes graves, estridentes, roucas, cavernosas. Deslizamos imaculados como um cisne branco num lago negro. 

Podemos estar horas a falar e, ainda assim, conservar o silêncio dentro de nós. Por vezes, damos por nós a olhar para dentro e a sorrir-lhe como para um velho e sábio amigo que sempre nos espera pacientemente num cadeirão macio junto a uma janela onde bate o Sol.

O silêncio é limpo, puro, pleno de luz. Poderia dizer-se que o silêncio é triste, mas eu acho que é desprovido de emoções, ou não seria silêncio pleno.

Como um copo de água da nascente que vem das profundezas silenciosas da terra e nos escorrega pela garganta até ao interior silencioso do nosso corpo. Leve, cristalina e sem sabor, mas que nos sacia a sede num dia de Verão, hidratando todos os nossos órgãos e fazendo o sangue circular com maior pureza pelos vasos sanguíneos, como a seiva que viaja numa folha verde de uma planta acabada de regar.

Tão simplesmente, em silêncio.

13/08/2014

7 formas diferentes de acordar pela manhã

Vamos lá a ver: quem é que tem mau acordar?
Serei a única criatura no mundo que se levanta de manhã com um humor psicopático?
Não gosto de falar nem que falem comigo na primeira meia-hora depois de acordar.
Não gosto de ter que dizer "bom dia" e sorrir. Sorrir? Que é lá isso. No such thing.

Sim!, sou um animal selvagem ao acordar; silencioso, desgrenhado, remeloso e perigoso. Depois de passada a abominável-meia-hora, transformo-me numa pessoa normal, simpática e fixe, até. Digo bom dia, sorrio e cumpro as convenções sociais todas que se esperam de mim.

Mas aquela meia-hora...
Eu não quero ser assim. Não quero.
Quero ser fixe 24 horas por dia, e não apenas 23 horas e meia.

Então, tenho pensado sobre diferentes formas de acordar, e resolvi fazer uma lista de todas maneiras possíveis que me ocorrem de fazer a transição entre o conforto uterino do sono... e o despertar para a crueza da manhã:

1. Rádio-despertador. 
Vantagens: Podemos sintonizar na estação de rádio da nossa preferência e acordar com música.
Desvantagens: Pode faltar a electricidade durante a noite. Por vezes, não sintoniza bem uma estação, e acordamos com o som da estática. Há sempre um ruído subtil e contínuo nos rádio-despertadores que perturba a qualidade do sono. Nada garante que, na hora exacta que vai despertar, não irá passar uma publicidade a um Banco. Ou a uma marca de pomada para hemorróidas.

2. Aparelhagem de som.
Vantagens: Podemos colocar um CD e acordar com a música que quisermos. Maravilha.
Desvantagens: Ocupa algum espaço no quarto. E, se faltar a electricidade...

3. Relógio-despertador analógico.
Vantagens: Não depende de electricidade. Não gera poluição electromagnética. Ocupa um espaço mínimo.
Desvantagens: O irritante som do "triiiimmm!"

4. Telemóvel.
Vantagens: Ocupa um espaço mínimo. Podemos instalar aplicações que permitem acordar com sons da Natureza ou a música que desejamos, e algumas até emitem uma luz suave para simular o nascer do dia. Não precisa de estar ligado à electricidade (desde que tenha a bateria carregada). Se colocarmos em "modo de avião", não recebe chamadas e, creio, por estar desligado de todas as redes, não gera poluição electromagnética.
Desvantagens: Não me ocorre nenhuma agora. A menos que eu esteja errada e, realmente, mesmo em "modo de avião", continue a gerar poluição electromagética.

5. Pedir a alguém que nos acorde.
Vantagens: Não depende de electricidade nem gera poluição electromagnética.
Desvantagens: Quem é que iria arriscar a vida em semelhante missão? Ninguém.

6. Um galo.
Vantagens: Emite o verdadeiro som da Natureza! Não gera poluição electromagnética nem depende de electricidade. Nunca falha uma manhã.
Desvantagens: Caganitas de galo no quarto!

7. O nascer do dia (dormir com as persianas levantadas).
Vantagens: É suave e gradual. Não depende de electricidade nem gera poluição electromagnética.
Desvantagens: Muito arriscado para pessoas com sono profundo. No Inverno, quando não se vê o Sol, o risco de adormecer é ainda maior.

Simpática-e-afável-porque-estou-dentro-das-restantes-23-horas-e-meia-do-dia,



11/08/2014

Como acabar com as pulgas (antes que elas acabem consigo)

Este post entra naquela categoria a que chamo "posts pedidos" (posso não conseguir responder atempadamente a todos, mas eu leio MESMO as vossas mensagens!).

O Verão é aquela estação do ano em que as pulgas gostam de conviver umas com as outras, organizando raves pulguentas ao som de música techno e com luzes psicadélicas.

Vêm os parentes mais afastados dos clãs de pulgas de todos os cantos do mundo (pareceu-me até já ter visto uma pulga de longas barbas e quilt escocês), fazem orgias, eclodem ovos, e todas elas, sequiosas de sangue, enlouquecem humanos e animais.

Nunca a expressão "andar com a pulga atrás da orelha" teve contornos tão tenebrosos, a avaliar pelas mensagens que recebi. Affff! Ninguém merece.

Esta vossa paciente escriba foi à procura de soluções e remédios caseiros para eliminar as pulgas em casa. Pousem o lança-chamas, amigos em desespero, pois eu trago-vos toda a artilharia pesada que precisam:

1. Aspirar a casa (e tapetes, em particular) diariamente. As pulgas podem pôr cerca de 20 ovos por dia durante 21 dias. A esperança média de vida de uma pulga é de 4 meses.

2. Lavar o chão com sumo de limão ou vinagre. Juntar à água de lavar o chão sumo de 4 limões ou 2 copos de vinagre.
Elas odeiam limão. E odeiam vinagre.
E nós adoramos isso. Riso maquiavélico.

3. Borrifar o colchão com vinagre. Além de repelir as pulgas, é um antibacteriano natural. Depois de secar, o cheiro desaparece.

4. Spray de cânfora para o gato ou cão.
Receita: Misturar 3 pedras de cânfora em 1 litro de álcool, meio copo de vinagre e um punhado de cravos-da-Índia. A cânfora dissolve-se em poucos minutos.
Pode ser usado para borrifar o pêlo de gatos e cães (com cuidado para não acertar nos olhos), e também em tapetes, sofás e mantas. É letal para as pulgas.

5. Poejos e alfazema. Colocar saquinhos com poejos e alfazema dentro da almofada, na cama e onde mais for preciso. São repelentes de pulgas.

6. Uma armadilha de pulgas. A sério, mesmo. Uma ratoeira, mas para pulgas. Colocar no chão de cada divisão da casa uma taça com água e detergente da loiça misturados. Apontar a luz de um candeeiro de secretária para a água, ou usar mesmo uma vela flutuante ou tealight acesa. A luz irá atrair as pulgas para a água e o detergente da loiça puxa-as para o fundo, afogando-as. As pulgas não sabem nadar, yô...!

Agora é convosco. Se nada disto resultar, usem o lança-chamas.
(mas acho que não vai ser preciso)

Com comichão no pé,



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