
Foi o que aconteceu ontem ao pôr-do-Sol.
O L. levou a mala para a sala, e sentou-se no chão, banhado pelo Sol, enquanto brincava com os Legos.
Foi tão mágico ver a silhueta dele na mala aberta, que se fez luz...
Pois é, querem a história desta mala... essa eu não sei; ela não era minha.
Alguém a deitou fora, e eu apaixonei-me quando a vi. Era pesada. Tentei abrir para ver o que tinha dentro, mas com o stress de pensar que alguém poderia estar a observar-me agachada ao pé do "lixus", não consegui executar uma operação tão rudimentar como abrir uma simples mala!
Trouxe-a para casa, sem fazer ideia do que tinha dentro, e quando a pousei na bancada da cozinha, abri-a e descobri que o conteúdo era... livros!
Ia ficar com a mala para mim, mas o L. também se encantou por ela, por isso, dei-lha.
Ficou a sua mala mágica (aqui em casa, é tudo mágico), onde guarda os seus Legos, e, quando vamos de férias, é a sua mala de viagem onde transporta os brinquedos que quer levar.
Então, a história da mala, agora estamos nós a escrevê-la...