Dia 175

Teatro.
Não. Não vou cair no lugar-comum de comparar a vida a uma peça de teatro que não permite ensaios e blá blá blá. Não é isso, não, senhor. São as cortinas de veludo.... 
Gostava de ter um quarto com cortinas de veludo. Num castelo. Com candelabros. 
E um fantasma residencial. Cada um gosta do que gosta. 
E eu mantenho os mesmos gostos de há séculos atrás.

Dia 174

Shhhh... já vesti o pijama, lavei os dentes e vou a caminho da cama.
Deixai-me dormir agora, Senhores. Não quero ouvir nem um pio.
O meu sono é sagrado. Amen!

Dia 173

Aramis. Dom Fuas, para os mais íntimos.
Todo ele é charme. Todo ele é languidez. Ele é que sabe das coisas...

Dia 167

Quem passa por esta porta entra no baile do impossível. Há vestidos de teia de aranha, perfume de arrepios, velas de pernas para o ar e música que acompanha o uivo dos lobos.
O chão tem lajes de vertigem e as paredes são cortinas de fumo.
Vamos dançar?

Dia 159

"Lullaby, little man
You're a child of adventure
Put your dragons out of sight
Mummie's watching you tonight
Now that you had your fun
And your battles are won
Put your dragons out of sight
Mummie's watching you tonight."

Há 6 anos a cantar lullabies. :)

Dia 157

Foi por causa da história da Branca de Neve e da maçã envenenada que as bruxas ganharam um mau nome. Nunca me hei-de conformar. Humpf.